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SOLUÇÕES EM CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA

SISTEMA REQUER POUCA MANUTENÇÃO NA CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA

A ÁGUA DE CHUVA

A água de chuva cai destilada das nuvens, mas acaba se contaminando com impurezas acumuladas nas coberturas, como terra, poeira, galhos, folhas, fezes de aves etc.

Método desenvolvido em 4 etapas que assegura a boa qualidade da água — sem cheiro e sem cor — em qualquer situação. Seus equipamentos dispensam a intervenção manual diária.

O sistema de 4 estágios: 

 – Antes de ser armazenada, a água é coletada através de um filtro fino autolimpante que permite sua oxigenação e descarta folhas, detritos e partículas grandes.

 – A segunda etapa é a sedimentação na cisterna.  O freio d’água induz a sedimentação e oxigenação da água de forma que as partículas pesadas se depositam no fundo e as leves flutuam na superfície do tanque. As pesadas acumulam a razão de 1 mm a 2 mm e no fundo da cisterna aonde forma-se um biofilme benéfico para a água.

 – O filtro flutuante extrai para consumo a água logo abaixo da superfície, que é a mais limpa da cisterna.

 – O ladrão da cisterna é desenhado para “desnatar” a água, removendo automaticamente as partículas leves da superfície da água quando o tanque extravasa.

A qualidade da água é garantida pela remoção substancial da matéria orgânica e pelos mecanismos contínuos de oxigenação da água, que a mantém aeróbica, livre de mau cheiro ou de coloração mesmo quando armazenada por períodos longos.

A água da chuva é naturalmente “macia”, ideal para lavar roupas uma vez que produz mais espuma do que a água da rede pública. Mantendo a sem adição de cloro, é perfeita para irrigação de jardins e uso paisagístico em lagos. Também não contamina o meio ambiente.

Veja os 4 Estagios de Captação do Sistema:

Divisão de Consumo:

CÁLCULO DE CAPTAÇÃO

Potencial de captação

A quantidade de chuva que cai do céu é o primeiro fator determinante do potencial de captação. O índice anual de chuva do local onde se deseja instalar o sistema é uma informação fundamental. O índice pluviométrico mede quantos milímetros chove por ano em um m². Por exemplo: em São Paulo chove em média por ano 1.350 mm/m², que equivalem a 1.350 litros ou 1.35 m³ por metro por ano, o que multiplicado pela área projetada do telhado fornece o potencial máximo de captação.

Algumas fontes de dados são:

Inmet –  Média Mensal de Chuva na Capitais

Dadee SP – Medições hidrológicas no Estado de São Paulo

“Perdas” de escoamento

O material de que é feito o telhado (ou outra superfície de captação), a porosidade, a inclinação e mesmo o estado de conservação afetam a eficiência da drenagem do telhado. Por exemplo: telhados lisos e metálicos são mais impermeáveis do que os de cerâmica, facilitando o escoamento da água para a calha.

Os materiais do telhado também afetam a qualidade da água, como no caso dos metálicos, que soltam metais na água, e os verdes intensivos, cuja água resultante é turva.

Outro fator que determina é a eficiência do sistema de filtragem. Um filtro de boa qualidade, bem dimensionado e em bom estado de conservação não deixa seguir com a sujeira mais do que 10%-15% da água, ou seja, cerca de 90% de água “limpa” segue para o reservatório. Por outro lado, um filtro improvisado ou que exija muita manutenção pode entupir e descartar mais água do que captar, além de colocar em risco a segurança da drenagem da edificação.

No entanto, o aproveitamento efetivo desse potencial dependerá da frequência e intensidade de chuvas, do consumo e do tamanho do reservatório, o que é um capítulo a parte da literatura de água de chuva.

sOLUÇÃO DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA PARA RESIDÊNCIAS

SISTEMA REQUER POUCA MANUTENÇÃO NA CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA

  • A qualidade da água é para uso nas áreas internas (WCs e lavanderia) e assegurada pelo planejamento adequado do sistema e pelo cumprimento do sistema de tratamento de 4 estágios.
  • A água da cisterna subterrânea pode ser distribuída com a ajuda de bomba de recalque (ou pressurizadora) para um reservatório superior, de onde segue aos pontos de consumo por gravidade.
  • E recomendável prever um sistema automático de abastecimento com alimentação da rede pública quando a água de chuva é insuficiente. Nesse caso, a separação física (atmosférica) dos sistemas deve ser garantida para evitar a contaminação da água da rede pública.
  • É ideal para obras que ainda se encontram em fase de construção, permitindo o uso em WCs e na área de serviço.
  1. Filtro Vortex
  2. Freio d’água
  3. Filtro Flutuante
  4. Multisifão – extravasor
  5. Bomba de água
  6. Kit de Interligação com água potável
  7. Sistema de infiltração ou direcionamento para rede de águas pluvais.
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